Woodstock

01/12/2010

Acabei de ministrar um curso sobre controle de processos para coordenadores da SuperVia (todos da área de operações) e citei alguns exemplos importantes e até mesmo engraçados:



Acabei de ministrar um curso sobre controle de processos para coordenadores da SuperVia (todos da área de operações) e citei alguns exemplos importantes e até mesmo engraçados:

1. A Petry, encumbida de fazer um trabalho escolar sobre os 40 anos de Woodstock, perguntou para mim: “Tio, por que acabou a utopia de paz e amor pregada no festival?”. E eu respondi: “Por que não fizeram, no final, um plano de ação para implantar um processo contínuo de busca de paz e amor, de busca da utopia”. Sem plano de ação que termine em um processo, não funciona. O evento fica apenas registrado como um acontecimento do qual sentimos saudades, nada mais. Lembrar o artigo QUE SAUDADES DELA.

O Woodstock Music & Art Fair (conhecido informalmente como Woodstock ou Festival de Woodstock) foi um festival de música anunciado como "Uma Exposição Aquariana: 3 Dias de Paz & Música", realizado entre os dias 15 e 18 de agosto de 1969 na fazenda de 600 acres de Max Yasgur na cidade rural de Bethel, no estado de Nova York, Estados Unidos. Originalmente, o festival deveria ocorrer na pequena cidade de Woodstock, também estado de Nova Iorque, onde moravam músicos como Bob Dylan, mas a população não aceitou, o que levou o evento para a pequena Bethel, a uma hora e meia de distância.[1]

O festival exemplificou a era hippie e a contracultura do final dos anos 1960 e começo de 70. Trinta e dois dos mais conhecidos músicos da época apresentaram-se durante um chuvoso fim de semana defronte a meio milhão de espectadores. Apesar de tentativas posteriores de emular o festival, o evento original provou ser único e lendário, reconhecido como um dos maiores momentos na história da música popular.

O evento foi capturado em um documentário lançado em 1970, Woodstock, além de uma trilha-sonora com os melhores momentos.

2. Cristo deixou uma grande IS (a Bíblia), deixou seu sucessor, deixou apóstolos, fundou uma instituição e disse para Pedro: “Tu és PEDRA (Pedro) e sobre esta PEDRA edificarei a minha igreja. Ninguém sente saudades de Cristo porque ele deixou um legado (lembrar o artigo O LEGADO DE UM GESTOR É O PROCESSO). Ninguém tem saudades de Cristo porque ele continua presente nos processos que deixou. Citei o Amin que deixa a SuperVia com um legado de organização e processos que encantou o novo presidente oriundo da Odebrecht, uma organização de 55 bilhões de dólares. Buda, Alan Kardec, todos deixaram um legado escrito. Maomé deixou o Alcorão. Ninguém sente saudades deles, porque eles transformaram suas vidas em um processo continuado, através de seus sucessores (que eles treinaram muito bem) e de uma grande padronização escrita (Bíblia, Alcorão, o Livro dos Espíritos). Alan Kardec poderia não ter escrito nada e ter dito: “ Qualquer dúvida, me chamem”. Mas não fez isto, deixou o legado escrito.

Aninha citou que encontrou tarefas que tinham até IS mas não estavam em nenhum processo. Chamei a isto de ESBÓRNIA (farra, bagunça).

Uma cidade imaginária, itinerante, que não pertence a qualquer país e que está cada dia em um lugar diferente. Não pode acontecer...

Falei sobre o WOT e sobre a importância do chefe ser o Figueroa da sua área. Figueroa dizia que a área era sua casa e que só entrava quem ele deixava. O chefe não pode tomar não conformidades bobas de um auditor que nem conhece a área, mas que encontra não conformidades ridículas, oriundas do relaxamento do chefe em relação à gestão.

É lícito perguntar: “Quantas pessoas da organização têm tarefas bem definidas, e as consideram motivadoras”? Expliquei esta frase comentando uma pergunta que me fizeram em curso: “É possível motivar quem lava banheiros e ganha salário mínimo?”. A resposta é a seguinte: ”Em primeiro lugar, você, chefe, precisa CONVERSAR. Chamar o mais simples dos funcionários para conversar já é uma motivação, onde você precisa explicar algumas questões:

1º) A função dele, mesmo sendo dura e simples, é IMPORTANTE. Dê evidências da importância.

2º) Ele precisa da empresa e aceitou o emprego. O mínimo que se espera é que ele cumpra o papel que aceitou cumprir.

3º) Quando alguém faz um serviço duro, muito simples e mal remunerado, precisa se livrar disto. A única maneira é trabalhando muito bem. Somente fatos bons virão para alguém que trabalha muito bem. As empresas estão recheadas com exemplos de gente que era lavador de banheiros, office-boy, porteiro ou similares e fazia com alegria e competência sua função. O resultado sempre foi o mesmo: foram vistos (tudo que é bom tem dono), foram promovidos e alguns fizeram uma carreira muito longa além desta promoção. Não há desculpa para trabalhar mal. As pessoas se queixam do abandono, mas do que de salários e de serviço duro. Faças-as também entender que todas as pessoas fazem alguns trabalhos de que não gostam.