A inveja

09/02/2015

Comunistas e socialistas nunca irão admitir, mas o fundamento da doutrina que seguem é a INVEJA. Destruir o capital e implantar uma sociedade “onde todos os homens sejam iguais” são besteiras que um bando de fracassados sustenta apenas para ocultar a raiva que têm de si mesmos e que transferem para os vitoriosos. Evitar que este sentimento baixo prospere dentro de uma empresa é crítico para sua sobrevivência. [... continua]



Tenho pesquisado sobre a inveja e recentemente assisti a um vídeo de Ayn Rand sobre como este sentimento mesquinho está na base dos programas comunistas e socialistas. Como diria Steve Jobs, "é preciso unir os pontos". Após todas estas leituras, juntei os pontos com várias experiências e resta-me humildemente concordar com Mrs. Rand e com outros autores que identificaram a inveja como o fundamento das teorias sociais chamadas de igualitárias.

A lei moral de que o justo é tirar de cada um de acordo com sua habilidade e dar para cada um de acordo com sua necessidade corrompeu milhões de corações ao longo dos anos, e ainda o faz. No entanto, nada poderia ser mais imoral, injusto e ineficaz do que este conceito.

Exemplo prático: quando fui chefe no Gerdau, veio a ordem: demitir 10% da equipe para reduzir custos com pessoal. Um diretor me disse: "Comece pelos mais jovens, provavelmente solteiros. Poupe os casados, pois eles têm família para sustentar". Embora aparentemente humana, esta orientação é tecnicamente ridícula e absurdamente injusta. Não segui a orientação. Demiti os menos capazes, quase todos casados e com famílias para sustentar. Nos 13 anos e 2 meses em que fui executivo do Gerdau, sempre soube a minha missão: preservar a empresa. "E as famílias dos desempregados?", alguém pode perguntar. A resposta é muito simples: a empresa e eu como executivo não temos qualquer obrigação, social ou moral, com elas. Nenhuma! Acredito piamente no individualismo. Uma das qualidades que levou os Estados Unidos à riqueza é a compreensão da importância do individualismo. A caridade floresce de uma decisão absolutamente pessoal e nunca de grupos de cafajestes que praticam demagogia com o suor do esforço alheio. Pense em Bill Gates e Angelina Jolie, por exemplo, e você entenderá a força do individualismo. 

Por outro lado, o sentimento mais ocultado pelos seres humanos é a inveja. As pessoas admitem ciúmes, assumem a homossexualidade, confessam até crimes, mas raramente admitem a inveja. Não lembro de ter ouvido alguém dizer: "Eu sou invejoso". A causa é relativamente fácil para compreendermos: admitir a inveja é admitir a derrota, a inferioridade e o rancor de si mesmo, transferido para os outros. A alegria e as vitórias alheias incomodam muito mais do que podemos avaliar. E quando a inveja encontra outra inveja, está formado um partido socialista ou comunista. Marx, o supremo filósofo desta parte podre da humanidade, foi beberrão, parasita dos amigos e adúltero. Péssimo aluno, envolvido em arruaças e bebedeiras na juventude, enveredou pelo jornalismo radical e foi o desgosto do seu pai (Marx nem foi ao funeral do seu progenitor, alegando que Berlim era muito distante do local onde estava). Não é por acaso que havia apenas 9 pessoas em seu enterro. Destruir riqueza, minar as relações e penalizar o sucesso são as metas dos invejosos. Para esconder sentimento tão baixo, o escudo são os oprimidos, os pobres, os desvalidos, população perfeita para esta finalidade, e especialmente a mentira.

O ensinamento prático para uma empresa: implante a meritocracia, cultive a transparência e a franqueza e jamais permita a fofoca. Premie os bons e afaste os invejosos. Empresas onde a inveja predomina estão condenadas ao declínio e à morte. Não esqueça que o brilho individual incomoda os ruins. Os bons têm, inclusive, o senso de equipe. Os ruins e invejosos apenas formam quadrilhas.