Gente que não sabe fazer absolutamente nada

19/12/2013

Há pessoas que não sabem fazer absolutamente nada. Realmente não sabem trabalhar. Se você pedir que elas entreguem algo, não vão entregar. Ou vão exigir gente em número desnecessário para fazer por elas. Como precisam sobreviver sem entregar, grudam, como bons parasitas que são, em alguém: ou em algum subordinado que realmente carrega o piano ou no chefe, fazendo política, o velho truque da lábia e do lobby. São perigosos porque são inseguros. Precisam ser eliminados sumária e rapidamente de qualquer empresa.

Há muita gente trabalhando que NÃO SABE FAZER ABSOLUTAMENTE NADA. Cuidado para não selecionar, manter e até mesmo promover esta gentinha! O perfil deles é de fácil identificação: foram péssimo alunos, cursaram péssimas escolas, não aprenderam português, matemática e inglês e, portanto, não sabem escrever (não conseguem escrever um procedimento), não gostam de ler (por isto, não aprendem nada, mesmo sendo jovens), não têm lógica (desta forma, não conseguem entender ou elaborar um mapa de processos, um mero fluxograma, analisar causas, usar um diagrama de causa e efeito ou uma análise de Pareto), não conseguem definir indicadores de desempenho e de controle adequados (detestavam matemática) e não evoluem para ideias mais avançadas porque não leem nem em português nem em inglês.

Se você pedir algo para eles além de conversa fiada, eles não entregarão. Eles não sabem colocar nada no papel e depois em execução. Quando executam algo, o resultado é de arrepiar, porque nada foi planejado. Odeiam treinamentos, pois diante de instrutores, de livros e de ideias, são peixes fora d’água. Como este pessoal também tem boca e estômago, eles precisam comer todos os dias e, portanto, precisam estar empregados. Como não entregam nada, mas precisam sobreviver, ganham a vida por outros caminhos: são políticos, são puxa-sacos, dizem apenas o que o chefe gosta de ouvir, estão sempre nos eventos e tiram fotos ao lado do presidente e são experts em fofoca e maledicência, pois querem destruir todos os “certinhos” que cruzam seus caminhos e os denunciam para a organização.

Em todas as empresas onde fiz consultoria, encontrei pelo menos um destes tipos, normalmente bem colocados, como gerentes ou como diretores. Minha missão é eliminá-los já que não entregam resultados, não desenvolvem pessoas e não implantam uma cultura vencedora. Eles são a antítese de tudo isto. Se na sua empresa não houver um destes caras muito bem colocado, parabéns! Você e sua organização já tem um pré-requisito para a vitória: não ter parasitas em seu quadro de gestores. Mas, assim mesmo, fique alerta. Eles estão em todos os lugares e sabem muito bem o que precisam fazer para sobreviver às suas custas.