O conto do pacote (ou conto do vigário)

07/12/2009

Nos golpes aplicados, existem algumas características em comum: atiçam a ganância do incauto com a promessa de ganhar muito dinheiro com pouquíssimo investimento, induzem-no a cometer uma ilegalidade qualquer para que hesite em procurar ajuda policial depois de descobrir que foi enganado e não dão tempo para que não possa refletir sobre o assunto ou consultar alguém, as coisas devem acontecer rapidamente.



São centenários os golpes aplicados por vigaristas e chamados genericamente de CONTOS DO PACOTE. Nos golpes aplicados, existem algumas características em comum: atiçam a ganância do incauto com a promessa de ganhar muito dinheiro com pouquíssimo investimento, induzem-no a cometer uma ilegalidade qualquer para que hesite em procurar ajuda policial depois de descobrir que foi enganado e não dão tempo para que não possa refletir sobre o assunto ou consultar alguém, as coisas devem acontecer rapidamente.

Algumas consultorias irresponsáveis atiçam os acionistas a definirem metas absurdas, alegando que “tem que pressionar a turma para vender mais” ou “para reduzir despesas”. O acionista deixa-se levar pela solução mais fácil (fazer pressão) e como resultado, além de não obter o lucro e a rentabilidade desejados, perde o controle de sua equipe, pois não consegue cumprir em larga escala as ameaças que fez durante a pressão. Metas absurdas desmotivam a equipe e criam a falsa ilusão do lucro. Como no conto do pacote!